TCP assina contrato para início das obras de expansão do Terminal em Paranaguá

A TCP – empresa que administra o Terminal de Contêineres de Paranaguá, e a Porto Construtora acabam de assinar o contrato para as obras de expansão do Terminal, em Paranaguá. As obras no valor de R$ 554 milhões devem iniciar no primeiro semestre de 2017, gerando 300 novos postos de trabalho em Paranaguá, e preveem a ampliação do cais de atracação em 220 metros e de 157 mil metros quadrados de retroárea, tornando a TCP um dos maiores terminais do Brasil em Capacidade.

Com a ampliação do cais, que chegará a 1.099 metros, o Terminal de Contêineres de Paranaguá estará apto a receber três navios de grande porte, simultaneamente. “Existe uma tendência mundial por navios cada vez maiores e os Terminais precisam estar aptos para recebê-los. Com as obras, garantimos que a TCP continuará sendo rota dos grandes navios que fazem comércio internacional”, enfatiza Alexandre Rubio, diretor Financeiro da TCP.

As obras de ampliação do Terminal também têm como objetivo oferecer maior qualidade no atendimento, com uma operação de pátio mais rápida e eficiente. “A ampliação do pátio fará com que o Terminal chegue a uma área de 477 mil metros quadrados.

Com a conclusão das obras, o Terminal ampliará sua capacidade de armazenagem de contêineres, passando de 1,5 milhões de TEUs para 2,5 milhões TEUs.  “Com a ampliação, o Terminal estará preparado para o crescimento da demanda de exportações e importações em sua área de pelos próximos 35 anos”, afirma Rubio.

O contrato celebrado entre a TCP e a Porto Construtora integram o plano de investimentos de R$ 1,1 bilhão, de acordo com a proposta de renovação antecipada do contrato de arrendamento do Terminal por mais 25 anos a partir de 2024, assinada em 5 de março de 2016 pelo Governo Federal. Os recursos para as obras foram obtidos por meio da emissão de debêntures, coordenada pelo banco BTG Pactual e pela XP Investimentos, e finalizada no início de novembro.

Com a emissão das debêntures, a TCP arrecadou R$ 588 milhões, sendo R$ 428 milhões em debêntures de infraestrutura, incentivas pelo Governo Federal.

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